June (Elisabeth Moss) em The Handmaid's Tale
June (Elisabeth Moss) em The Handmaid's Tale (Foto: Reprodução).

Em suas duas primeiras temporadas, The Handmaid’s Tale – O Conto da Aia mostrou que não é tão fácil de encarar quanto se imagina. A série tem momentos tensos e angustiantes, que fazem o telespectador passar por um turbilhão de emoções em questões de minutos e ainda assim, tem se mostrado cada vez mais forte em mostrar a que veio.

A terceira temporada da produção do serviço de streaming Hulu, foi bastante esperada pelos fãs. Afinal, o episódio que encerrou o segundo ano da série, intitulado como “Night”, deixou pontas que fariam qualquer um formar milhares de teorias sobre o que poderíamos esperar, além de muita gente ter ficado em fúria com a decisão de June (Elisabeth Moss). Mas parece que finalmente a espera valeu muito à pena.

The Handmaid’s Tale está de volta e o primeiro episódio da terceira temporada, que promete mostrar que a decisão da protagonista é na verdade criar uma revolução, chegou também com o nome de “Night”. O episódio começa mostrando a protagonista, que abriu mão de sua liberdade para proteger sua filha, Hana. Agora, promete lutar para mudar algumas coisas em Gilead.

A princípio, a primeira coisa que chama a atenção logo nos primeiros minutos do episódio, é a belíssima atuação de Elisabeth Moss e a fotografia das imagens apresentadas. Mas também sem dúvidas, a intensidade de entrega de Yvonne Strahovski como Serena, é impossível passar sem ser percebida e a personagem promete ser definitivamente um dos maiores destaques da temporada.

Resistência

Cada cena apresentada neste primeiro episódio, mostra que June está realmente focada em sua resistência, mesmo tendo que ser egoísta com todos que a ajudaram em sua fuga no episódio final da temporada passada. E também é perceptível teremos novas cenas de tirar o fôlego, mesmo com o criador e produtor executivo Brune Miller afirmando que não está no ramo de inventar crueldades.

Em suma, The Handmaid’s Tale continua mostrando que merece muito mais destaque do que já tem. O seu ótimo roteiro, fotografia e direção, continuam sendo um dos grandes aspectos para o sucesso da produção baseada no livro de Margaret Atwood escrito em 1985. E a nova temporada deve levar os telespectadores a experiências únicas, assim como os dois primeiros anos da produção. Inclusive, deixo aqui o meu elogio para a trilha sonora, que é um espetáculo à parte.